Você sofre com Dor de Cabeça?

Cefaleia é o termo médico para dor de cabeça, sendo um dos sintomas mais comuns à maioria das pessoas no mundo todo, considerada a terceira doença mais prevalente. Acredita-se que cerca de 2% da população mundial sofra de enxaqueca, ocorrendo em aproximadamente 4 milhões de pessoas no Brasil. É a sétima causa de incapacidade no mundo.

São descritos aproximadamente 150 tipos diferentes de dores de cabeça, a mais comum é a enxaqueca que se apresenta com dores localizadas ou de um lado da cabeça, latejante ou pulsátil, com náusea, tontura, alterações visuais e sensibilidade à luz e/ou barulho e às vezes vômitos.

Apresenta-se com crises esporádicas ou tão frequentes que podem ocorrer diariamente.

Assim como a enxaqueca, as cefaleias normalmente são desencadeadas por estresse emocional, sono inadequado, jejum, alimentação (embutidos, temperos industrializados, corantes, adoçantes artificiais, bebidas alcoólicas, entre outros), variações hormonais (período menstrual, por exemplo) e predisposição genética. Curiosamente o abuso de analgésicos contribui para a piora das crises na maioria dos pacientes.

Os mecanismos causadores da enxaqueca não são totalmente conhecidos. Provavelmente, as crises ocorrem devido a substâncias produzidas pelos próprios neurônios ou  fatores  inflamatórios  dos  vasos  sanguíneos  locais.

Basicamente existem dois tipos de tratamento: sintomáticos (direcionados para o alívio imediato da crise aguda) e profiláticos (medicamentos de uso diário para pacientes com crises frequentes ou incapacitantes que não respondam a analgésicos).

A aplicação de Toxina Botulínica tem sido usada atualmente por seu efeito analgésico direto no Sistema Nervoso Central, associado ao efeito relaxante na musculatura local. Apesar de seu alto custo, tem indicações em alguns pacientes devido ao fato de seus efeitos poderem durar até 3 meses.

Além do tratamento medicamentoso, algumas mudanças no estilo de vida são auxiliares no manejo das cefaleias: estabelecer uma rotina de sono adequada, evitar alimentos desencadeadores, evitar bebidas alcoólicas, se alimentar regularmente evitando o jejum, não abusar de analgésicos, fazer exercícios físicos regularmente e diminuir o estresse.

É de extrema importância que o paciente procure orientação médica para o diagnóstico preciso e oriente o melhor tratamento, que será personalizado, levando em conta aquele indivíduo, seu estilo de vida, sua idade e suas doenças e antecedentes preexistentes.

Autora: Drª. Andrea Narvais Menezes – CRM 88185 – Médica Neurologista, atende no Centro Médico Portomed da unidade Sto. Amaro.

Fonte: Porto Seguro Vida

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